Francisco Floriano realiza encontro de famílias com ministro da Justiça
Francisco Floriano atende pedidos de famílias

O deputado Francisco Floriano (DEM-RJ) levou famílias para a audiência com o ministro da Justiça, Torquato Jardim, em julho de 2017. O grupo foi pedir para o ministro que revogasse a proibição de visitas intimas nos presídios federais de segurança máxima. O decreto foi feito pelo governo federal dois meses antes.

Na ocasião, o deputado foi com mulheres, irmãs e filhos de penitenciários. Segundo Francisco Floriano, o encontro foi para solicitar direitos dos acompanhantes. “Estive com ele [o ministro], reivindiquei e reivindicaria de novo. É um direito de cada cidadão”, disse o parlamentar. A reunião não passou de quatro minutos e as mulheres foram orientadas pelo ministro a procurar uma solução na Justiça.

Resposta

O deputado federal afirmou que os pedidos para a audiência com o ministro Torquato Jardim chegaram até ele por meio de pessoas da Igreja Assembleia de Deus dos Últimos Dias que têm parentes recolhidos no sistema federal. Francisco Floriano é pastor na Igreja Mundial do Poder e um dos fundadores da Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com o parlamentar, uma das atuações dele é defender as famílias.  

Francisco Floriano ressaltou que não conhece os maridos das esposas que levou à audiência em Brasília. O deputado afirmou ainda que, ao solicitar o encontro, antecipou o tema que seria abordado e que estaria com a família de detentos. Entretanto, não disse previamente para o ministro quem eram os familiares que o acompanhavam para a reunião, mas não notou qualquer incômodo de Torquato Jardim no momento que as mulheres se apresentaram. “Foi pedida oficialmente, foi pedida por meios alegando o que seria. Que era questão dos requerimentos dos direitos dos familiares dos internos e sem distinguir quem era A ou B ou C”, afirmou Floriano.

De acordo com o deputado, o encontro foi rápido e não teve grandes finalidades. “Ele [o ministro] não se manifestou, não falou o que é nem o que deixa de ser. Apenas disse que ouve o Departamento Penitenciário Nacional, e acabou. Foi exatamente isso. Não teve nada”, contou Floriano.

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